3 de jul. de 2010

Uma estrada... mil caminhos

As vicissitudes da vida são levadas com atitudes brandas quando se joga entre escolhas. Quebramos regras, palavras, acções; mas também rasgamos sonhos e pensamentos. Talvez tenha que ser assim. Talvez nem todas as escolhas se regem por finais felizes ou momentos românticos. É engraçado como as nossas concepções de vida embargam sempre o “…e viveram felizes para sempre”.

A verdade é que custa aceitar uma derrota, uma solidão, um “adeus fica bem”. Independentemente de sabermos que o caminho que temos que pisar seja “só”, queremos sempre construir uma passagem para esse mundo linear onde os sorrisos são palavras dóceis e os olhares focam enfeitiçados momentos.

Fragmentamos muitas vezes as barreiras dos limites quando acreditamos que é real o que ambos sentimos, segredamos aos berros o que o “tal” significa para nós, mas no fundo, não passamos de marionetas nesse teatro chamado Vida.