31 de ago. de 2010
Cachopo
Na imensidão das divergências e na honra das semelhanças, guardo-te com a certeza que o tempo não te rouba de mim.
30 de ago. de 2010
Cachopo
Na imensidão das divergências e na honra das semelhanças, guardo-te com a certeza que o tempo não te rouba de mim.
6 de jul. de 2010
Aprendizagens de uma vida
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que tu podes fazer coisas num instante, das quais te arrependeras para o resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tu tens na vida. E que bons amigos são aqueles que nos permitiram escolher.
Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas na vida são-te tomadas muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vemos. Aprendes que as circunstancias e os ambientes tem influencia sobre nos, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser. Descobres que levas muito tempo para te tornares na pessoa que queres ser, e que o tempo e curto. Aprendes que não importa aonde já chegaste, mas para onde estas a ir. Mas se tu não sabes para onde estas a ir, qualquer lugar serve. Aprendes que, ou tu controlas as tuas acções ou elas te controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que a paciência requer muita prática.
Descobres que algumas vezes a pessoa que tu esperas que te chute quando tu cais
e uma das poucas que te ajuda a levantar.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que tu aprendeste com elas do que com quantos aniversários já celebraste.
Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito de seres cruel. Descobres que só porque alguém não te ama da forma que tu queres que te ame, não significa que esse alguém não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tu tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára, para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga... flores. E tu aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe mesmo depois de pensares que não podes mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida!
As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de o tentar... mas o medo tem que acabar e o sorriso fluir! Se algum dia te quiseres esquecer da tua historia, esquece-te de pensar, porque mais bonita historia que a tua, nem as fadas erguem esses caminhos da realidade!
3 de jul. de 2010
Uma estrada... mil caminhos
As vicissitudes da vida são levadas com atitudes brandas quando se joga entre escolhas. Quebramos regras, palavras, acções; mas também rasgamos sonhos e pensamentos. Talvez tenha que ser assim. Talvez nem todas as escolhas se regem por finais felizes ou momentos românticos. É engraçado como as nossas concepções de vida embargam sempre o “…e viveram felizes para sempre”.
A verdade é que custa aceitar uma derrota, uma solidão, um “adeus fica bem”. Independentemente de sabermos que o caminho que temos que pisar seja “só”, queremos sempre construir uma passagem para esse mundo linear onde os sorrisos são palavras dóceis e os olhares focam enfeitiçados momentos.
Fragmentamos muitas vezes as barreiras dos limites quando acreditamos que é real o que ambos sentimos, segredamos aos berros o que o “tal” significa para nós, mas no fundo, não passamos de marionetas nesse teatro chamado Vida.