31 de ago. de 2010

Cachopo

O tempo…relativamente curto para quem ama, demasiado longo para quem espera…mas para quem cresce, o tempo é eterno. Não são dias gloriosos ou feitos históricos que mudam os pensamentos criados, não são promessas encantadoras e tempos bem passados que mudam os objectivos formados. O tempo…é vida, é querer, é erguer e construir o caminho a seguir. Só? Só não tem piada. Por alguma razão o Tu e Eu dá um Nós bem engraçado. O passado criou o que hoje tu mostras, o futuro está longe e pode trazer algo que tu não gostas. É no hoje que pisas que traças a rua rota de amanhã, é na filosofia que tu ensinas que aplicas a tua mente sã. Não dou nada sem ter tudo, mas aprendi que o tudo por vezes pode se reduzir a nada.
Na imensidão das divergências e na honra das semelhanças, guardo-te com a certeza que o tempo não te rouba de mim.

30 de ago. de 2010

Cachopo

O tempo…relativamente curto para quem ama, demasiado longo para quem espera…mas para quem cresce, o tempo é eterno. Não são dias gloriosos ou feitos históricos que mudam os pensamentos criados, não são promessas encantadoras e tempos bem passados que mudam os objectivos formados. O tempo…é vida, é querer, é erguer e construir o caminho a seguir. Só? Só não tem piada. Por alguma razão o Tu e Eu dá um Nós bem engraçado. O passado criou o que hoje tu mostras, o futuro está longe e pode trazer algo que tu não gostas. É no hoje que pisas que traças a rua rota de amanhã, é na filosofia que tu ensinas que aplicas a tua mente sã. Não dou nada sem ter tudo, mas aprendi que o tudo por vezes pode se reduzir a nada.
Na imensidão das divergências e na honra das semelhanças, guardo-te com a certeza que o tempo não te rouba de mim.

6 de jul. de 2010

Aprendizagens de uma vida

Depois de algum tempo tu aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. Tu aprendes que amar não significa apoiares-te, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, porque o terreno do amanha é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair no meio do vão. Aprendes que não importa o quanto tu te importes, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceitas que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e tu precisa perdoa-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que tu podes fazer coisas num instante, das quais te arrependeras para o resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tu tens na vida. E que bons amigos são aqueles que nos permitiram escolher.
Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas na vida são-te tomadas muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vemos. Aprendes que as circunstancias e os ambientes tem influencia sobre nos, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser. Descobres que levas muito tempo para te tornares na pessoa que queres ser, e que o tempo e curto. Aprendes que não importa aonde já chegaste, mas para onde estas a ir. Mas se tu não sabes para onde estas a ir, qualquer lugar serve. Aprendes que, ou tu controlas as tuas acções ou elas te controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que a paciência requer muita prática.
Descobres que algumas vezes a pessoa que tu esperas que te chute quando tu cais
e uma das poucas que te ajuda a levantar.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que tu aprendeste com elas do que com quantos aniversários já celebraste.
Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito de seres cruel. Descobres que só porque alguém não te ama da forma que tu queres que te ame, não significa que esse alguém não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tu tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára, para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga... flores. E tu aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe mesmo depois de pensares que não podes mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida!
As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de o tentar... mas o medo tem que acabar e o sorriso fluir! Se algum dia te quiseres esquecer da tua historia, esquece-te de pensar, porque mais bonita historia que a tua, nem as fadas erguem esses caminhos da realidade!

3 de jul. de 2010

Uma estrada... mil caminhos

As vicissitudes da vida são levadas com atitudes brandas quando se joga entre escolhas. Quebramos regras, palavras, acções; mas também rasgamos sonhos e pensamentos. Talvez tenha que ser assim. Talvez nem todas as escolhas se regem por finais felizes ou momentos românticos. É engraçado como as nossas concepções de vida embargam sempre o “…e viveram felizes para sempre”.

A verdade é que custa aceitar uma derrota, uma solidão, um “adeus fica bem”. Independentemente de sabermos que o caminho que temos que pisar seja “só”, queremos sempre construir uma passagem para esse mundo linear onde os sorrisos são palavras dóceis e os olhares focam enfeitiçados momentos.

Fragmentamos muitas vezes as barreiras dos limites quando acreditamos que é real o que ambos sentimos, segredamos aos berros o que o “tal” significa para nós, mas no fundo, não passamos de marionetas nesse teatro chamado Vida.